Guia completo sobre Infertilidade

Muitas pacientes, amigas, leitoras nos perguntam sobre esse assunto, seja por problemas pessoais, ou de algum casal que esteja passando por isso. Nós da Clínica SM, preparamos esse material incrível sobre o assunto, e nada melhor do que divulgarmos em Junho.


Junho que foi escolhido como o mês Mundial da Conscientização da Infertilidade e tem o objetivo de alertar e conscientizar as pessoas sobre essa causa e apoiar as pessoas a não desistirem do sonho de ter um filho.


Segundo dados do IBGE, com a transformação do papel da mulher na sociedade as brasileiras estão tendo filhos cada vez mais tarde. As justificavas variam entre adiar a maternidade para investir na formação acadêmica ou profissional e pela difícil tarefa de encontrar o parceiro que elas consideram ideal.


A infertilidade atinge aproximadamente 15% da população, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), isto é, um em cada cinco casais tem problemas para engravidar. A orientação geral é que, após um ano de tentativas sem sucesso, o casal procure um especialista para investigar a fertilidade, uma vez que nem sempre a gravidez não ocorre por causa da mulher. As causas dessa doença estão distribuídas igualmente entre homens e mulheres (por volta de 35% cada), além de um percentual referente à infertilidade sem causa aparente.


Investigação

Realizar avaliações de fertilidade é recomendável para todas as mulheres e homens a partir dos 30 anos, e pode ser realizada antes de acordo com o histórico dos pacientes, caso o médico encontre alguma anormalidade, já pode solicitar o encaminhamento para um especialista em infertilidade.


Investigar a infertilidade e avaliar os possíveis motivos de o casal não conseguir gerar filhos, é o primeiro passo para encontrar respostas para esse problema. A investigação consiste em uma série

de exames que tanto o homem quanto a mulher devem fazer para que seja possível indicar o tratamento adequado.

Separamos as pesquisas em dois tipos: Pesquisa geral, onde são requeridos exames como hemograma, Papanicolau, tipagem sanguínea, fator RH e sorologias e Pesquisa específica, que envolve exames como avaliação seriada do muco cervical, ultrassonografia endovaginal, dosagens hormonais, espermograma, histerossalpingografia, entre outros.

Sem a investigação correta, não é possível indicar o tratamento mais adequado para solucionar o problema do casal, por isso realizar os exames é fundamental. Confira os exames que auxiliam no processo de investigação:



Exames Masculinos


O exame básico para investigação da infertilidade masculina é o espermograma. Esse exame avalia se há algum problema no líquido seminal masculino (a parte do sêmen sem o espermatozoide) que possa estar gerando a infertilidade. É um exame obrigatório para casais inférteis.


O exame é realizado através da coleta do sêmen, geralmente por masturbação, após três dias de abstinência sexual. Se o primeiro exame não for esclarecedor, deve ser realizado um novo exame em 15 dias.


Também através do espermograma é possível observar quaisquer alterações na produção de Espermatozoides, verificando as condições e qualidade do mesmo, assim como a indicação de algumas doenças. As principais alterações e indicações de infertilidade através da análise seminal são Azoospermia (ausência de espermatozoides), Oligozoospermia (baixa contagem ou número baixo de espermatozoides produzidos), Astenozoospermia (pouca mobilidade dos espermatozoides) e Teratozoospermia (formato dos espermatozoides produzidos inadequados, fora da normalidade).


Aqui também é possível que o Urologista, investigue outros pontos como:


Alterações Hormonais: O sistema reprodutor masculino e a produção seminal têm seu funcionamento completamente influenciados por descontroles hormonais. Quando os hormônios testosterona, prolactina, hormônio LH e hormônios FSH estão alterados, a produção e qualidade dos espermatozoides pode ser alterado e causar infertilidade momentânea.


Varicocele: É a principal causa e a mais conhecida da infertilidade masculina. Caracterizada pelo aparecimento de varizes na região escrotal que começam a afetar a produção de espermatozoides e afetar inclusive o volume testicular, reduzindo seu tamanho. A varicocele tem efeito progressivo e quanto mais demorado o diagnóstico e tratamento, mais agravante o quadro. A correção do quadro é cirúrgica.


Obstruções no Sistema Reprodutor Masculino: A infertilidade masculina pode ser em decorrência de fatores como obstruções no sistema reprodutor masculino, como defeitos genéticos que provocam alterações anatômicas no pênis e em sua parte interna. Algumas infecções, inflamações ou alguns procedimentos cirúrgicos podem interromper ou bloquear parcialmente ou completamente a passagem seminal.


Alterações Genéticas: Através de analises seminais e espermograma, é possível detectar possíveis alterações genéticas, entre elas microdeleções de cromossomo Y, cariótipo alterado e até mesmo genes mutantes como da fibrose cística.


Outros fatores como disfunções eréteis, traumatismos medulares ou homens que passaram por tratamentos de radioterapia, quimioterapia ou que possuem diabetes ou alguns tipos de neuropatias e criptorquidia (ausência de testículo dentro da bolsa testicular), podem ocasionar a infertilidade masculina.



Exames femininos


Para as mulheres, a lista de exames é extensa. Normalmente, realizadas nos três períodos do ciclo: no menstrual, no periovulatório (fértil) e na fase lútea (fim da ovulação e início da menstruação). Podem ser realizados os seguintes exames:


Seleção do folículo dominante – na primeira fase, é feita a seleção do óvulo que recebe maior estímulo de estrogênio para avaliar as alterações hormonais do período fértil. A quantidade de hormônio no folículo reflete a reserva ovariana em relação à quantidade e qualidade dos óvulos.


Ultrassonografia transvaginal – também possibilita avaliar o potencial uterino. O exame é realizado entre o terceiro e o quinto dia do ciclo, quando o volume dos ovários apresenta significativamente o potencial fértil dos ovários. A avaliação pelo muco cervical consiste em observar características como volume, aspecto, elasticidade, cristalização, celularidade e pH. É atribuído para cada parâmetro o valor de um a três, e o muco cervical é considerado bom quando a soma de todos os fatores é igual ou superior a nove.


Exame de sangue – na fase lútea, é calculada a dosagem da progesterona por meio do exame de sangue colhido no sétimo dia (na fase lútea média). Se os resultados forem superiores a 10ng/ml, isso quer dizer que há um equilíbrio hormonal.

Histerossalpingografia – a última etapa da investigação é o exame de raio-X das trompas e útero. Ele é feito através da injeção de um líquido no interior do útero, que o preenche e percorre todo o trajeto até as tubas. O exame verifica a permeabilidade tubária e avalia se há anormalidades no interior do útero. As imagens são bastante úteis para informar as condições do sistema reprodutor feminino.


Ao realizar os exames, o ginecologista pode avaliar com os resultados se a paciente possui alguma alteração, síndrome, ou outro diagnostico como:


Alterações no Útero, mudanças e alterações na anatomia do útero pode dificultar a entrada e transporte dos espermatozoides e o desenvolvimento embrionário, assim como a adaptação e suporte para adaptar-se para o desenvolvimento gestacional e toda transformação causada por ela.


Alterações Tubárias podem provocar dificuldades no transporte dos espermatozoides, assim como do óvulo, dificultando a fecundação e também a locomoção do embrião até o útero, onde deve ser implantado para desenvolvimento. Pode afetar também as membranas que recobrem as tubas uterinas, promovendo uma aderência completamente prejudicial a captação do óvulo a ser fecundado, esse fator tem o nome de peritoneal.


Alterações Ovarianas, disfunções ou até condições patológicas que possam vir afetar a produção de óvulos, assim como seu desenvolvimento e amadurecimento, além da expulsão ovariana, são causas bem comuns da infertilidade feminina, que pode ser causada por descontroles na produção hormonal. É importante lembrarmos que a reserva ovariana de todas as mulheres é produzida antes do nascimento, e que vão sendo liberados no decorrer da vida fértil, até a menopausa. Mas alguns fatores como problemas genéticos e maus hábitos de saúde como beber e fumar, podem vir a influenciar na perda dessa reserva ovariana, que já vai se reduzindo naturalmente entre 35 e 40 anos de idade.


Alterações Cervicais estão ligadas a disfunção na produção do muco cervical, assim como alterações no próprio muco dificultando a locomoção dos espermatozoides e sobrevivência deles para que cheguem até o óvulo. É uma das principais causas de infertilidade feminina e que pode ser reversível através de tratamentos específicos.

Uma dica para quem sofre com o problema de alterações no muco cervical ou ausência dele, é utilizar gels lubrificantes amigo da fertilidade, como o FamiGel. Além de melhorar a lubrificação vaginal, aumenta o prazer e ainda faz o papel do muco cervical, facilitando a chegada dos espermatozoides até o óvulo, por ter consistência de clara de ovo e um pH agradável para sobrevivência deles. Você pode adquirir seu lubrificante aqui em nossa loja virtual.


Alterações Imunológicas, uma causa ainda muito discutida e com constantes pesquisas em realização, as alterações imunológicas podem abranger diversos fatores para ocasionar a infertilidade feminina. Problemas relacionados a imunidade do organismo feminino como a trombofilia, endometrite e a tireoidite podem ser um problema. A alo imunidade também é um fator analisado, que é o de imunidade ao parceiro. Causa apontada como uma das principais responsáveis pelos abortos espontâneos, causando a rejeição do embrião pelo próprio corpo da mulher, que interpreta que o embrião é um invasor e como proteção, o expulsa. Nesse último caso, o tratamento pode ser realizo através de vacina de imunização produzida através dos linfócitos do sangue paterno, que estimularão a produção de anticorpos que aceitem as proteínas do pai e consiga manter a gestação de forma saudável, sem rejeição.


Endometriose que é uma doença que além de afetar a fertilidade feminina, provoca sérios incômodos e sintomas. No quesito fertilidade, pode provocar alterações anatômicas no útero, assim alterar suas funções. Altera as condições e funcionalidade das tubas e ovários também, dificultando a fecundação e implantação de um embrião.


Infertilidade sem causa aparente (ISCA)


Mesmo após a realização de todos os exames disponíveis para analisar possíveis causas de infertilidade, tanto feminina quanto masculina, os especialistas em reprodução humana ainda não conseguem encontrar um motivo para o casal não conseguir engravidar.

Por incrível que pareça, essa situação ocorre em cerca de 10% a 15% dos casos de infertilidade conjugal e quem em muitas vezes acabam desistindo do sonho da maternidade por não conseguir resolver ou simplesmente uma gravidez acontece inesperadamente após algum tempo de desistência do casal. Alguns casos, acabam encontrando problemas nos gametas, antes não analisados, quando optam por procedimentos alternativos, como a reprodução assistida.

Todos esses exames se complementam, fazendo parte da pesquisa básica de infertilidade. Ao identificar a dificuldade de engravidar, após um ano de tentativas sem o uso de contraceptivo, o casal pode procurar um médico especialista em fertilidade/ reprodução humana.


Tratamentos



O acompanhamento médico quando se inicia a investigação das causas da infertilidade é fundamental para aumentar as chances de sucesso de uma gravidez natural ou por meio de tratamentos.


O especialista em infertilidade deve orientar os pacientes sobre as modalidades de tratamento existentes e seus respectivos benefícios, custos e riscos. Opções de procedimentos não faltam, quando acompanhados de um especialista em reprodução assistida, para que o casal conquiste a possibilidade de escolher seu futuro. Independente do tratamento indicado, as taxas de gravidez dependem de inúmeros fatores, a exemplo do tipo de medicação usada na indução, resposta à medicação e presença de fatores associados, sendo a idade da mulher o principal deles.


Com os grandes avanços da medicina, os tratamentos de reprodução assistida, evoluíram muito e vem reacendendo as esperanças de quem quer realizar o sonho de aumentar a família.

Em alguns casos de infertilidade, é possível obter sucesso por meio de tratamentos simples, como medicações hormonais, antibióticos, pequenas cirurgias e coito programado. Já em outros casos, técnicas mais avanças e invasivas, podem ser necessárias. Conheça a seguir os métodos disponíveis de tratamentos para infertilidade:


Indução da ovulação com namoro programado: indicado para mulheres com distúrbios de ovulação. Trata-se da utilização de hormônios para estimular o ovário a produzir um óvulo na época fértil, que deve coincidir com o namoro programado nesse período.


Inseminação intrauterina: técnica na qual o médico transfere os espermatozoides previamente tratados e selecionados em laboratório para o útero, cerca de 24-36 horas após o pico do hormônio responsável pela ovulação. É indicada em casos nos quais há distúrbios de ovulação, endometriose leve, alterações seminais discretas, sempre com a presença de pelo menos uma trompa funcionando adequadamente (avaliada habitualmente pela histerossalpingografia). Sua taxa de sucesso varia conforme a idade da mulher, porém inferior a 20% a cada ciclo de tratamento.


Fertilização in vitro clássica ou convencional: inicia-se com a estimulação ovariana para que a mulher amadureça mais folículos e sejam coletados o máximo óvulos maduros. A coleta é feita por um procedimento que se chama aspiração folicular, feita por ultrassonografia transvaginal sob sedação e dura em média 10-15 minutos. Após a aspiração folicular é feito o tratamento seminal em laboratório, onde serão separados os espermatozoides mais saudáveis para fertilizar os óvulos aspirados. A seguir, cada óvulo é colocado em uma cultura que contém em torno de 40 mil espermatozoides capacitados para que ocorra a fecundação espontânea. Depois dessas etapas, acompanha-se o desenvolvimento celular dos óvulos fecundados. Os melhores embriões são transferidos para o útero da paciente, com a expectativa de iniciar a gestação, ou então podem ser congelados. É um método que obtém até 60% de gravidez, em cada transferência embrionária. O resultado também é dependente da idade da mulher e indicado para casais que já tentaram outras alternativas ou que são impossibilitados de obter uma gravidez naturalmente ou por meio de outras técnicas.


Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides (ICSI): uma técnica de FIV na qual os procedimentos iniciais, como a estimulação, aspiração, coleta e tratamento de espermatozoides, são idênticos a fertilização in vitro clássica. O que diferencia essa técnica é que o espermatozoide é injetado diretamente dentro do óvulo por meio de uma agulha seis vezes mais fina que um fio de cabelo. É a micromanipulação, uma variação da fertilização in vitro indicada para casos onde os fatores masculinos são severos, a idade da mulher é mais avançada, após congelamento de óvulos na preservação.


Mini Fertilização in vitro (Mini-FIV): uma técnica de FIV na qual na 1a etapa do tratamento (estimulação ovariana) doses mais baixas de hormônios são utilizadas e obtém-se uma quantidade menor de óvulos ao final do processo. Devido ao menor gasto com os hormônios, essa técnica é mais barata que a FIV clássica, embora isso limite o número de embriões que serão formados e, assim, reduza a chance de sucesso do tratamento.


Doação de óvulo (ovodoação): quando a mulher não produz mais óvulos, seja pela menopausa ou pela destruição do tecido ovariano em tratamentos médicos (quimioterapia ou cirurgias ovarianas complexas), quando já se submeteu a diversos tratamentos com os próprios óvulos e não teve sucesso, ou quando se trata de um casal homoafetivo masculino, é necessário o uso de óvulos doados. Todo o processo é feito de forma anônima por meio da clínica de reprodução que busca uma doadora que preencha os requisitos legais e seja compatível com o fenótipo (aparência física) desejado pelo casal. Uma vez que os óvulos são obtidos, segue-se o procedimento padrão da fertilização in vitro com utilização do sêmen do parceiro ou de um banco de sêmen para a fecundação e transferência dos embriões para o útero da mulher que vai gerar a criança. A transferência dos embriões para o útero materno é realizada após alguns dias de preparo do endométrio da mãe, que normalmente é realizado através de hormônios por via oral, transdérmico e vaginal. A chance de sucesso é estimada em até 60% por transferência embrionária.


Doação de espermatozoide (banco de sêmen): Quando o homem não produz espermatozoides ou trata-se de um casal homoafetivo feminino, é necessário utilizar espermatozoides doados anonimamente, que poderão ser utilizados tanto para a realização de uma inseminação artificial quanto de uma FIV. Nesses casos, os pacientes deverão recorrer aos bancos de sêmen. No Brasil, devido algumas restrições legais e também nosso contexto cultural, existem poucos bancos de sêmen. Porém, hoje é possível obter amostras de bancos de sêmen do exterior, de maneira legal e sem grandes dificuldades. A chance de sucesso depende do tratamento a ser realizado (Inseminação intrauterina ou FIV) e da idade da mulher.


Gestação de substituição / doação temporária de útero: O útero de substituição é necessário quando o órgão da mulher apresenta alguma condição que prejudica a implantação do embrião ou impede a progressão da gestação, quando a mulher apresenta alguma condição clínica que a impeça de engravidar ou torne a gestação de alto risco, assim como quando se trata de um casal homoafetivo masculino. No Brasil, é necessário que a mulher doadora seja uma parente de até quarto grau (mãe, irmã/avó, tia, prima, filha ou sobrinha), saudável, que esteja fazendo a doação por pura solidariedade ao casal, sem qualquer recompensa financeira. O resultado depende da idade da mulher que gerou os óvulos e não da mulher que doará o útero temporariamente. A chance de sucesso são as mesmas da fertilização in vitro, variando de acordo com a idade da mulher.


Teste genético pré-implantacional (PGT): é feito quando o casal apresenta alguma doença genética ou seja carreador do gen anormal e deseja selecionar os embriões livres da doença antes da implantação no útero para que a gravidez gere uma criança saudável. Mesmo que o casal não apresente nenhuma doença, o teste pode ser realizado como “screening” genético para a seleção de embriões saudáveis a serem transferidos ao útero da mulher. Esse processo é possível por meio da análise genética de uma/algumas célula(s) do embrião após o processo tradicional de coleta e fertilização in vitro, podendo diagnosticar diversas doenças antes da transferência embrionária. No PGT como forma de “screening”, não se procura uma doença específica, mas sim, é feita uma análise completa do embrião com relação ao número de cromossomos. O objetivo é que seja selecionado um embrião geneticamente normal para ser transferido ao útero da paciente. Ainda é um tema controverso na medicina reprodutiva com relação a quais pacientes devem realizá-lo ou mesmo se deveria ser utilizado de maneira rotineira para todas as pacientes submetidas à FIV.



Sabemos que é necessário tempo para absorver e refletir sobre as novas recebidas. Todo mundo precisa de um tempo para que tudo se encaixe em seu devido lugar! O apoio e amor do casal, é fundamental para seguir em frente. O diagnóstico de infertilidade não é o ponto final do sonho da maternidade, mas pode ser a porta de entrada de novas possibilidades e novas realizações, como da adoção.



Converse sempre com seu Médico Ginecologista, a Clínica SM possui profissionais altamente qualificados em reprodução humana, agende sua consulta.


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Fontes Consultadas: SBRA, Febrasgo, Bayer e entrevistas com as Doutoras, Samara Laham e Michelle Tsumura.



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